

2006 Prof. Frank Hadley Collins, Dir., Cntr. for Global Health and Infectious Diseases, Univ. of Notre Dame This 2006 photograph depicted a female Aedes aegypti mosquito while she was in the process of acquiring a blood meal from her human host, who in this instance, was actually the biomedical photographer, James Gathany, here at the Centers for Disease Control. Youll note the feeding apparatus consisting of a sharp, orange-colored fascicle, which while not feeding, is covered in a soft, pliant sheath called the "labellum, which retracts as the sharp stylets contained within pierce the host's skin surface, as the insect obtains its blood meal. The orange color of the fascicle is due to the red color of the blood as it migrates up the thin, sharp translucent tube. The fascicle is composed of a pair of needle-sharp "stylets". The larger of the two stylets, known as the "labrum", when viewed in cross-section takes on the shape of an inverted "V", and acts as a gutter, which directs the ingested host blood towards the insect's mouth. As the primary vector responsible for the transmission of the Flavivirus Dengue (DF), and Dengue hemorrhagic fever (DHF), the day-biting Aedes aegypti mosquito prefers to feed on its human hosts. Ae. aegypti also plays a major role as a vector for another Flavivirus, "Yellow fever". Frequently found in its tropical environs, the white banded markings on the tarsal segments of its jointed legs, though distinguishing it as Ae. aegypti, are similar to some other mosquito species. Also note the lyre-shaped, silvery-white markings on its thoracic region as well, which is also a determining morphologic identifying characteristic.This females abdomen had become distended due to the blood meal she was ingesting, imparting the red coloration to her translucent abdominal exoskeleton.
Nos últimos anos, especialmente no início de 2024, a dengue voltou a ser uma preocupação no Brasil. No dia 13 de fevereiro, o país superou a marca de meio milhão de casos prováveis de dengue registrados, de acordo com dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde.
Esse recente surto da doença demonstra a necessidade de aumentar as práticas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti e divulgar informações essenciais sobre como a dengue é transmitida, quais são seus sintomas e quando buscar tratamento.
A seguir, confira mais sobre a doença e o cenário atual de sua proliferação no país, além de conferir as melhores práticas para se proteger do Aedes aegypti!
Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado surtos recorrentes de dengue, com milhares de casos reportados em todo o país. Em 2024, a situação se agravou ainda mais, com um total de 512.353 casos prováveis registrados neste ano, em comparação com pouco mais de 93 mil casos prováveis verificados ao longo de 2023.
É importante entender que a dengue é uma doença viral, que pode variar desde casos assintomáticos até manifestações mais graves, que podem levar à hospitalização e até mesmo à morte. Por isso, é muito importante atuar na prevenção da dengue, tanto no nível individual quanto no coletivo.
No Brasil, a questão climática também é um fator a ser considerado, uma vez que, com a ocorrência do El Nino, o verão se torna mais quente e com muita presença de chuvas.
Segundo Giorgia Torresini, médica coordenadora do Controle de Infecção do Hospital Círculo Saúde e especialista em Infectologia, a questão climática, juntamente com o período de férias, são fatores significativos para o recente aumento de casos da doença:
“Com as férias e com a época de Carnaval, muitas pessoas que viajam para outros países ou estados podem voltar infectadas. É importante lembrar que, para um cenário de dengue, precisamos de três aspectos: a presença do mosquito, que é o vetor da doença, uma pessoa infectada e uma pessoa suscetível. Se um mosquito pica uma pessoa que veio de fora, em cerca de 10 dias ele já possui o vírus em suas glândulas salivares, e começa a picar, espalhando-o”, afirma Giorgia.
Sabemos que uma das principais estratégias para prevenir a propagação da dengue é eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Isso pode ser feito tomando uma série de medidas simples, tanto em casa quanto na sua vizinhança, incluindo:
Para o combate da dengue, é importante estar ciente dos sintomas iniciais da doença, a fim de procurar ajuda médica o mais rápido possível. De acordo com Giorgia, os sintomas mais comuns incluem:
“Os sintomas clássicos são realmente a febre alta de início abrupto e as dores de cabeça e no corpo. É importante deixar claro que os sintomas da dengue não vêm associados a sintomas respiratórios, como dor de garganta, tosse e rouquidão, por exemplo. Essa é uma forma de diferenciar a dengue de uma gripe ou da própria Covid-19, por exemplo”, explica a infectologista.
Se você ou alguém conhecido apresentar algum destes sintomas, o primeiro passo é procurar um médico e realizar o diagnóstico. Com isso, o monitoramento dos sintomas é iniciado de forma imediata.
Recentemente, o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Saúde, iniciou a distribuição da vacina Qdenga para os municípios que atendem aos critérios definidos.
Neste primeiro momento, a vacinação ocorre em crianças de 10 a 14 anos. Em seguida, a faixa etária avançará progressivamente. Na rede privada, já é possível encontrar o imunizante para aplicação.
“São um total de duas doses, com intervalo de 90 dias entre uma dose e outra. A vacinação poderá ser realizada por pessoas entre 4 e 60 anos, com algumas restrições, como pessoas gestantes ou lactantes, imunossuprimidos (imunidade baixa) e pessoas em uso de medicamentos que baixam a imunidade”, afirma Giorgia.
Além da prevenção, não existe um tratamento específico para a dengue, sendo recomendado o foco no alívio dos sintomas. Isso inclui repouso, muita ingestão de líquidos para prevenir a desidratação e medicamentos indicados por um médico especialista para reduzir a febre e as dores.
Em casos mais graves, como a dengue hemorrágica, é necessário acompanhamento médico rigoroso, e até mesmo a hospitalização.
Como vimos, a dengue é uma doença séria que requer atenção e cuidados constantes.
A prevenção é sempre a melhor estratégia, e medidas que parecem simples, como eliminar água parada e usar repelentes, podem fazer toda a diferença na redução do risco de infecção.
Além disso, é crucial estar ciente dos sintomas da doença e procurar ajuda médica ao menor sinal de infecção. Em caso de dúvidas, entre em contato com o médico de sua confiança e busque tratamento o quanto antes.
Referência em cuidado de saúde, o Círculo tem como foco um atendimento de Saúde 360 graus, sempre visando a humanização nos tratamentos e no cuidado com todos os tipos de pessoas.
Já são quase 90 anos de história, sendo uma das maiores e mais importantes organizações do ramo no Rio Grande do Sul e mais de 130 mil vidas protegidas.
✅ Para contar com o melhor plano de saúde para você e sua família e receber o melhor cuidado disponível em qualquer idade, confira as opções do Círculo Saúde!